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Gás Liquefeito de Petróleo - GLP

Publicado: Segunda, 12 de Setembro de 2016, 14h22
Atualizado: Quarta, 25 de Janeiro de 2017, 15h23

O gás liquefeito de petróleo (GLP) é popularmente conhecido como gás de botijão ou gás de cozinha, e sua queima proporciona baixo nível de emissões.

Essencialmente composto por dois gases extraídos do petróleo, o butano e o propano, pode também conter, minoritariamente, outros hidrocarbonetos, como o etano. O combustível é incolor e para tornar mais seguro o uso do produto, adiciona-se um composto à base de enxofre, de modo a torná-lo perceptível ao olfato humano em casos de vazamento.

O GLP pode ser produzido em refinarias ou em plantas de processamento de gás natural. Quando oriundo do refino, o craqueamento catalítico fluido (FCC) é o principal processo produtivo do GLP no Brasil. Após produção ou importação, o GLP pode ser armazenado em vasos de pressão denominados esferas de GLP, sendo, em seguida, na revenda, acondicionado na forma líquida em botijões na correspondente pressão de vapor. O botijão de 13 kg (P13) é usado no consumo residencial para o cozimento de alimentos. O P13 é o recipiente mais usado no Brasil, porém o GLP também pode ser armazenado e distribuído em recipientes que variam de 2 a 90 kg para consumo em áreas industriais e comerciais ou em navios-tanque dedicados ao transporte do produto.

A comercialização do GLP no Brasil deve seguir o que estabelece a Resolução ANP nº 18/2004. Os gases liquefeitos de petróleo autorizados pela ANP são classificados em 4 tipos: (i) propano comercial; (ii) butano comercial; (iii) propano/butano e (iv) propano especial (mínimo de 90% de propano e máximo de 5% de propeno).

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Assunto(s): GLP , Petróleo e Derivados
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